Pesquisa História

Posted quarta-feira, 20 de novembro de 2013 by Unknown
A Professora Sueli solicitou um roteiro de pesquisa.. sugeriu que fizemos no prezi , mais já como não consegui irei postar por aqui mesmo.

1- O que é um Estado Nação? Sempre existiram? Quais são suas principais características? Quando começaram a ser importantes na história da Europa e da América?

    Chama-se estado nação um território delimitado, composto por um governo e uma população quase homogênia, sendo esse governo produto da mesma composição. Isto ocorre quando as delimitações étinicas e políticas coincidem. Neste caso, normalmente, há pouca emigração e imigração, poucos membros de minorias étinicas e poucos membros da etnia dominante a viver além das fronteiras.
    Portugal é um exemplo de Estado Nação, o mais antigo da Europa por sinal. Apesar de ser rodeada por outras terras e povos, a nação portuguesa ocupa o mesmo território há quase 900 anos e todos os vários povos que ali estavam, formaram um só. Desde a sua fundação, em 1143, Portugal se manteve com o mesmo povo, vivendo na mesma terra.
    No século XIX, o conceito de Estado Nação ganharia os povos da Europa e da América do Norte, ameaçando ruir os antigos impérios dinásticos da Europa.

    Para ficar mais fácil de entender, podemos concluir que nação, nada mais é do que a junção de um mesmo povo, com sua cultura e o território que ocupam, tudo isso junto a um governo que contém suas próprias leis, forma um Estado Nação, como mostra na imagem abaixo:


2 - Por que é importante definir territórios? E estabelecer identidades nacionais? E governo próprio?

    A concepção mais comum de territória é a de uma divisão administrativa. Através de relações de poder são criadas fronteiras entre países, regiões, estados, municípios, bairros e até mesmo áreas de influência de um determinado grupo. O território representa uma parte do espaço terrestre identificada pela posse, sendo uma área de domínio de uma comunidade ou Estado. 
    Nesse sentido, o conceito de território abrange mais que o Estado Nação. Qualquer espaço definido e delimitado por e a partir de relações de poder se caracteriza como território. O território não se restringe somente ás fronteiras entre diferentes países, corresponde ao espaço geográfico socializado, apropriado para os seus habitantes, independentemente da extensão territorial. 
    A concepção mais comum de territória é a de uma divisão administrativa. Através de relações de poder são criadas fronteiras entre países, regiões, estados, municípios, bairros e até mesmo áreas de influência de um determinado grupo. O território representa uma parte do espaço terrestre identificada pela posse, sendo uma área de domínio de uma comunidade ou Estado. 
    Nesse sentido, o conceito de território abrange mais que o Estado Nação. Qualquer espaço definido e delimitado por e a partir de relações de poder se caracteriza como território. O território não se restringe somente ás fronteiras entre diferentes países, corresponde ao espaço geográfico socializado, apropriado para os seus habitantes, independentemente da extensão territorial. 
    Identidade nacional é o conceito que sintetiza um conjunto de sentimentos, os quais fazem um indivíduo sentir-se parte integrante de uma sociedade ou nação. Esse conceito começa a ser definido somente a partir do século XVIII. Ela é construída por meio de uma autodescrição da cultura patrimonial de uma sociedade. A síntese da cultura consiste na definição de fatores de integração nacional, baseados na língua, monumentos históricos, folclore, modelos de virtudes nacionais, hino e bandeira. A identidade nacional deve ser fortalecida para que haja a consolidação do Estado.
    A nação pode escolher o governo que quer, ou o que mais a convém. O povo não precisa mais se submeter a um governo diferente. Podemos citar o caso dos judeus: antes de terem um Estado próprio, esse povo era espalhado pelo mundo todo e devia acatar as leis de países e governos totalmente distintos.

3 - O que é um Estado Laico?

    O Estado Laico é aquele que não possui uma religião oficial, mantendo-se neutro e imparcial no que se refere aos temas religiosos. Geralmente o Estado Laico, favorece através de leis e ações, a boa convivência entre os credos e religiões, combatendo o preconceito e a discriminação religiosa. Desta forma, no Estado Laico, a princípio, todas as crenças são respeitadas. 
    O Brasil é oficialmente um Estado Laico, pois a Constituição Brasileira e outras legislações prevêem a liberdade de crença religiosa aos cidadãos, além  de proteção e respeito ás manifestações religiosas.
    O Estado Laico é aquele que não possui uma religião oficial, mantendo-se neutro e imparcial no que se refere aos temas religiosos. Geralmente o Estado Laico, favorece através de leis e ações, a boa convivência entre os credos e religiões, combatendo o preconceito e a discriminação religiosa. Desta forma, no Estado Laico, a princípio, todas as crenças são respeitadas. 
    O Brasil é oficialmente um Estado Laico, pois a Constituição Brasileira e outras legislações prevêem a liberdade de crença religiosa aos cidadãos, além  de proteção e respeito ás manifestações religiosas.


4 - Principais episódios do confronto Israel x Palestina: a gurra de 1948, a guerra de 1956, a guerra dos seis dias 1967 e o Yom Kippur 1973.

Guerra de 1948


   Em 29 de novembro de 1947, um dia após a votação da Partilha da Palestina pelas Nações Unidas, o colono judeu Ehud Avriel foi convocado a comparecer diante da Agência Judaica, organização que representava os judeus da Palestina, antes da criação de Israel. Ele foi recebido por Davi Ben Gurion, o líder supremo dos sionistas. Nascido na Polônia, ele fugira do anti-semitismo e dos pogroms (perseguição em massa) europeus em 1909, migrando para a Terra Santa. Lá, com seu carisma e liderança, tornou-se a encarnação viva da causa sionista. “Daqui a seis meses, declararemos a independência de Israel. Nesse mesmo dia, cinco exércitos árabes nos atacarão”, previu Ben Gurion, com incrível exatidão. “Se não conseguirmos obter armas com a máxima urgência, seremos aniquilados.” Em seguida, o chefe da Agência Judaica encarregou o correligionário de uma missão crucial: viajar à Europa para contrabandear armamentos. Avriel assentiu. No dia seguinte, pegou um avião para Genebra com uma lista quilométrica para comerciantes do mercado negro: 1 milhão de balas, mil metralhadoras e 1,5 mil submetralhador.
    Ben Gurion, cujos talentos de estrategista tornariam-se mitológicos, sabia que os árabes não aceitariam a Partilha. Também sabia que as táticas de guerrilha da milícia clandestina sionista (o Hagannah) não seriam suficientes para deter os inimigos. Entre 1947 e 1948, Ben Gurion contrabandeou toneladas de armas, principalmente da Tchecoslováquia, e incorporou ao Hagannah dois grupos militantes radicais – o Irgun e a Gangue Stern. Nascia assim a FDI – Forças de Defesas Israelenses, que na época contava com pouco mais de 20 mil soldados.
RIFLES ENFERRUJADOS
    Ao contrário dos sionistas, os palestinos tinham uma organização mínima. Sua espinha dorsal fora quebrada em 1936, quando uma grande rebelião contra o domínio britânico e a imigração judaica foi esmagada pelas forças conjuntas dos britânicos e das milícias sionistas – com um saldo de 5 mil árabes e 400 judeus mortos. Sem nenhuma liderança forte, empunhando rifles enferrujados e com apenas 2,5 mil soldados de verdade, eles eram a menor das preocupações para os generais israelenses. O verdadeiro desafio vinha dos países árabes vizinhos, cujos exércitos somavam mais de 25 mil homens com armas modernas, vendidas principalmente pela Grã-Bretanha.
    Foi Ben Gurion quem leu a Declaração de Independência de Israel, em Tel-Aviv, na ensolarada tarde de 14 de maio de 1948, diante de uma multidão em êxtase. Foi também ele quem comandou a guerra contra o rei Abdullah da Jordânia e seus aliados árabes, que na manhã seguinte bombardearam Tel-Aviv e atravessaram as recém-traçadas fronteiras do país.
   O conflito que se seguiu foi um triste prenúncio do que estava por vir nas próximas décadas. Ambos os lados atacaram a população civil, com pesadas baixas. De acordo com o historiador Mitchell Bard, mais de 6 mil judeus foram mortos nos meses seguintes, entre soldados e não-combatentes – 1% da população total.
   Israel não ficou atrás no que diz respeito a crimes de guerra. Segundo historiadores como o brasileiro André Gattaz e o israelense Avi Shaim, grupos armados caíram com fúria sobre a população árabe palestina, num banho de sangue que varreu do mapa centenas de vilarejos. A chacina mais famosa ocorreu em Deir Yassin, a poucos quilômetros de Jerusalém – um evento que se tornou emblemático para a resistência palestina (leia no quadro abaixo). A maior parte da população árabe em grandes cidades, como Haifa e Jaffa – que hoje é um subúrbio de Tel-Aviv – fugiu ou foi expulsa. “Por prudência, por pânico e por causa da política deliberada do Exército israelense, quase dois terços dos palestinos deixaram suas casas e tornaram-se refugiados”, escreve o historiador britânico de origem libanesa Albert Hourani, no clássico Uma História dos Povos Árabes (Companhia das Letras, 2006). De 500 mil a 900 mil árabes, entre cristãos e muçulmanos, foram para o exílio, de acordo com estudos das Nações Unidas. Milhares de judeus também foram violentamente expulsos de países árabes.
    Apesar da superioridade numérica, os exércitos anti-sionistas tinham uma desvantagem que até hoje assola o mundo árabe: a desunião interna. Intrigas, desavenças e crises de ciúmes entre os chefes mergulharam a campanha na anarquia. Já os sionistas mantiveram-se unidos sob a mão férrea de Ben Gurion – que se tornou primeiro-ministro de Israel em 1948 – e destroçaram os cincos exércitos inimigos em cerca de oito meses. O conflito, que hoje é lembrado pelos israelenses como a Guerra da Independência, acabou em julho de 1949, com uma série de armistícios humilhantes assinados por quase todos os países árabes envolvidos. Os combatentes guardaram suas facas e metralhadoras, mas não trancaram a porta da caserna: o segundo round poderia começar a qualquer instante.
EXPANSÃO ISRAELENSE
    A Palestina, agora, tinha uma cara completamente transformada. A Partilha, acertada pela ONU, dois anos antes, foi para o espaço: entre 1947 e 1949, Israel não se limitou a defender suas fronteiras, avançando sobre território alheio. Se antes os israelenses controlavam 55% da região, a fatia crescera agora para mais de 75% .
    Fora de Israel, sobraram apenas dois pedacinhos de terra palestina – que até hoje compõem um mantra eternamente repetido nas manchetes de jornais, nos tratados de paz, nas resoluções da ONU, nos brados dos radicais e nas preces dos moderados: a Faixa de Gaza, que fica no litoral do Mediterrâneo, a sudoeste de Israel, e a Cisjordânia, na fronteira oriental. O destino e o status desses territórios, que juntos não chegam a formar 10 mil quilômetros quadrados, continuam no olho do furacão do Oriente Médio. Na época, as duas fatias de terra foram anexadas por vizinhos árabes que, teoricamente, tinham entrado na guerra para garantir os direitos dos palestinos. O Egito ficou com a Faixa de Gaza. O rei jordaniano Abdullah abocanhou a Cisjordânia e a parte oriental de Jerusalém – onde se encontram dois dos maiores santuários do Islã, a Mesquita de Al-Aqsa e o Domo da Rocha. A ONU abençoou as novas fronteiras e o mundo respirou aliviado. Menos os palestinos – que ficaram com nada.


Guerra de 1956
    A Guerra de Suez envolveu Israel, França e Inglaterra na disputa com o Egito pelo domínio de seu canal, o Canal de Suez. O motivo da guerra foi o desejo das nações capitalistas controlarem um ponto estratégico no Mar Vermelho, que permite ligar Europa à Ásia sem precisar contornar a África.
    Canal de Suez foi construído entre 1859 e 1869 e caracterizou-se por ser o mais longo do mundo. O Canal de Suez tornou-se então um importante caminho comercial que permite ligar a Europa à Ásia sem precisar fazer o contorno pelo continente africano. O domínio dessa região é um grande favorecimento econômico para os empenhados no comércio marítimo.
    Mesmo com a independência do Egito e formação de um governo monárquico, o país continuava sofrendo a intervenção de outras nações. Um grupo de militares, liderados pelo coronel Gamal Abdel Nasser, inconformados com a antiga situação, organizaram um levante que derrubou o governante egípcio, o rei Faruk, no ano de 1952. Tão logo esse grupo de militares chegou ao poder, medidas começaram a ser implementadas para reformar o Egito. Dentre essas estavam a estatização das empresas estrangeiras, a limitação da presença de outros países na economia do Egito e um audacioso projeto de reforma agrária, com o apoio dos soviéticos.
    Com o fim da Segunda Guerra Mundial, pairava no mundo a Guerra Fria, que rivalizava os países do bloco capitalista e os países do bloco comunista. O apoio dado pelos soviéticos ao Egito e seu projeto de reformas incomodou a França, a Inglaterra e Israel, países do bloco capitalista com interesses diretos na região. Para ampliar a tensão, os egípcios determinaram o fechamento do porto de Eliat e a nacionalização do Canal de Suez. A situação preocupou os países capitalista, os quais ficaram receosos de que os soviéticos estivessem conquistando um importante aliado no Oriente Médio.
    França e Inglaterra, com seus interesses imperialistas, perdiam o espaço de influência na economia do Egito e um importante mercado consumidor. Os israelenses prepararam a retaliação, no dia 29 de outubro de 1956 os judeus promoveram uma invasão militar na península de Sinai, ao mesmo tempo em que grupos de paraquedistas franceses e ingleses tomaram Port-Said. A guerra estava declarada.
    Com a conquista da península de Sinai, os israelenses conseguiram reabrir o porto de Eliat. A guerra durou duas semanas e os egípcios saíram derrotados. Os Estados Unidos, contudo, preocupados com reações radicais dos soviéticos, intervieram no conflito. De fato, a União Soviética se expressou sobre o conflito ameaçando a França e a Inglaterra de um ataque nuclear. Por ser uma das vencedoras da Segunda Guerra Mundial, a União Soviética tinha uma posição fortalecida no mundo.
    As Nações Unidas também interferiram no confronto. Para evitar um ataque nuclear e a ascensão de uma nova guerra de proporções mundiais, exigiu que os países que tinham invadido o Egito se retirassem do território. Sob a pressão de guerra nuclear dos soviéticos, os israelenses se retiraram do Egito, juntamente com os ingleses e franceses. Assim, a União Soviética conquistou o Egito como zona de influência ideológica no mundo árabe, terminando a guerra, mas permanecendo a tensão pelos interesses econômicos, árabes e judeus na região.


Guerra dos seis dias 1967
    A Guerra dos Seis Dias, assim ficou conhecida a guerra que confrontou Israel e os seguintes países árabes: Egito,Jordânia e Síria, com o apoio do Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Sudão e Argélia. A guerra pelo controle do Canal de Suez  tinha deixado uma situação onde outra guerra poderia acontecer a qualquer momento. Israel, que tinha ocupado a península do Sinai (Egito), concordou em retirar suas tropas desde que o Egito deixasse de apoiar as ações da guerrilha que partiam daquela região. Em lugar das tropas de Israel a ONU ficou administrando a península do Sinai.
    No entanto o governo egípcio, apoiado pela URSS, continuou ajudando as diferentes facções guerrilheiras que atacavam o estado hebreu. Em maio daquele ano, tanto árabes como israelenses já estavam mobilizando suas tropas. O Egito bloqueou o golfo de Aqaba, rota vital para a navegação de Israel, ato considerado pelo governo israelense como uma agressão.
    As hostilidades começaram no dia 5 de junho com um massivo ataque preventivo por parte de Israel que destruiu a capacidade aérea dos países árabes, em três horas a aviação de Israel destruiu a maior parte do arsenal aéreo do Egito, 319 aviões que nem chegaram a decolar. Isto aconteceu depois do estado israelense ter verificado com seus radares a movimentação de tanques e aviões movendo-se em direção à fronteira entre ambos os países. As perdas israelenses somaram apenas 19 aviões.
    Assim, as tropas israelenses avançaram por terra rapidamente, ocuparam a Faixa de Gaza e chegaram ao Sinai. Os israelenses avançaram em direção à Síria, ou seja, romperam as defesas árabes tanto pelo sul como pelo norte e, na Faixa de Gaza, as tropas de Israel fizeram cessar o esforço militar que unia egípcios e palestinos. No mesmo dia a Jordânia entra na guerra. Os aviões jordanianos começaram a bombardear as cidades israelenses, especialmente Jerusalém. A reação hebraica foi imediata e contundente: começaram a tomar posições jordanianas perto de Belém e ao sul de Ramallah e bombardearam Amman e Mafraq.
    Quando, no dia 10 de junho, os combates cessaram, Israel controlava a totalidade da península do Sinai, a Faixa de Gaza, Cisjordânia (com a totalidade da cidade de Jerusalém) e as estratégicas colinas de Golã, na Síria. Desta forma, Israel tinha conquistado um território quatro vezes maior que o seu em 1.949, e albergava em suas novas fronteiras uma população árabe de 1,5 milhões.



5 - Principais líderes no contexto dos conflitos-biografia, participação, importância.


Yitzhak Rabin
Político e líder militar israelense (10/3/1922-4/11/1995), nasce em Jerusalém. Começa a carreira militar em 1940, quando se une ao Haganah, organização sionista que luta pela criação de um estado judeu na Palestina, e a partir de 1943 participa de seu comando.
Defende Jerusalém na guerra pela criação de Israel (1947-1949). Torna-se chefe do Estado-Maior do Exército em 1964 e um dos responsáveis pela vitória de seu país na Guerra dos Seis Dias (1967). Em 1968 afasta-se do Exército e vai para os Estados Unidos (EUA) como embaixador.
Volta a Israel em 1973 e no ano seguinte é eleito para o Parlamento pelo Partido Trabalhista, substituindo depois Golda Meir como primeiro-ministro. Em seu governo, defende o cessar-fogo com a Síria e consegue resgatar mais de 100 reféns israelenses capturados por palestinos.
Em 1977, envolvido em um escândalo financeiro, renuncia. Como ministro da Defesa, cargo que ocupa de 1984 a 1990, comanda em 1987 a repressão à rebelião palestina nos territórios ocupados, conhecida com Intifada (revolta das pedras). É novamente primeiro-ministro a partir de 1992.
Após negociações secretas, assina um acordo de paz com os palestinos em 1993. Ganha por isso o Prêmio Nobel da Paz em 1994, dividido com o chanceler Shimon Peres e com Yasser Arafat, líder da Organização para a Libertação da Palestina (OLP). É morto por um militante ultranacionalista, Yigal Amir, que o acusa de trair os ideais judeus.


Yasser Arafat
Yasser Arafat (1929-2004) foi o presidente da OLP-Organização para a Libertação da Palestina e líder da Autoridade Palestina. Também foi líder do Fatah, uma facção da OLP. Não há registros corretos sobre o local de nascimento, mas especula-se que foi no Cairo ou em Jerusalém. Estudou engenharia entre os anos de 1952 e 1956 na Universidade do Cairo. Lá, tornou-se presidente da União dos Estudantes Palestinos.
Em 1956, fundou o Al Fatah, grupo que pregava a luta armada. A partir de 1964, fez parte da Organização da Palestina (OLP), da qual se tornou presidente em 1966.
Criou o quartel general da OLP em Beirute, mas foi obrigado a mudar para a Tunísia quando o local foi invadido por Israel, em 1982. Nesse mesmo ano, reconheceu o estado de Israel e saiu da luta armada.
Assinou um acordo de paz histórico com o primeiro-ministro de Israel, Yitzhak Rabin, capitaneado pelo então presidente norte-americano Bill Clinton.
Faleceu em 2004, vítima de falência múltipla dos órgãos. Porém, há possibilidade, segundo o biógrafo Amnon Kapeliouk, de ter sido envenenado pelo serviço secreto israelense.


Anwar Al Sadat

Nascido numa família egipto-sudanesa pobre, de treze filhos, formou-se na Academia Real Militar no Cairo, diplomando-se em 1938 e atuando no corpo de telecomunicações. Participou do Movimento dos Oficiais Livres, cujo objetivo era libertar o Egito do controle britânico.
Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1942, foi aprisionado pelos britânicos pois, em suas atividades contra a ocupação britânica, havia procurado obter ajuda do Eixo, participando de uma rede de espionagem em favor do Afrika Korps. Em 1944, consegue fugir, mas, em 1946, é preso novamente, após ser implicado na morte do ministro pró-britânico Amīn Uthmān, permanecendo na prisão até 1948.
Em 1973, Sadat, junto com a Síria, liderou o Egito na Guerra do Yom Kippur contra Israel, tentando recuperar partes da Península do Sinai, que fora conquistada por Israel durante a Guerra dos Seis Dias. Quando Israel prevalecia nesse conflito, a primeira vitória de Sadat guiou a restauração da moral egípcia, preparando o terreno para um acordo de paz que viria muitos anos depois. Por este motivo, Sadat ficou conhecido como o "Herói da Cruzada".
Entretanto, a ação foi extremamente impopular no Mundo Árabe, e especialmente entre os fundamentalistas muçulmanos, que acreditavam que apenas a ameaça ou o uso da força faria Israel negociar a Cisjordânia e a Faixa de Gaza, e o acordo de Camp David removia as possibilidades do Egito, maior potência militar árabe, ser parte dessa ameaça. Como parte do acordo, Israel retirou-se da Península do Sinai, retornando a área inteira para o Egito em 1983. 
Em 6 de Outubro de 1981, Sadat é assassinado durante uma parada militar no Cairo por membros da Jihad Islâmica Egípcia infiltrados no exército e que eram parte da organização egípcia que se opunha ao acordo de paz com Israel e a entrega da Faixa de Gaza para o Estado Judeu. Foi sucedido pelo seu vice-presidente Hosni Mubarak. Encontra-se sepultado no Monumento ao Soldado Desconhecido, em Cairo no Egito.



6 - O que foi a primavera árabe e conflitos atuais.
    A Primavera Árabe não se trata de um evento, de algo breve ou de uma estação do ano, trata-se de um período de transformações históricas nos rumos da política mundial. Entende-se por Primavera Árabe a onda de protestos e revoluções ocorridas no Oriente Médio e norte do continente africano em que a população foi às ruas para tirar ditadores do poder, autocratas que assumiram o controle de seus países durante várias e várias décadas.
    Tudo começou em dezembro de 2010 na Tunísia, com a derrubada do ditador Zine El Abidini Ben Ali. Em seguida, a onda de protestos se arrastou para outros países. No total, entre países que passaram e que ainda estão passando por suas revoluções, somam-se à Tunísia: Líbia, Egito, Argélia, Iêmen, Marrocos, Bahrein, Síria, Jordânia e Omã. Veja abaixo as principais informações a respeito de cada uma dessas revoluções.
     Os países que estão envolvidos são: Egito, Tunísia, Líbia, Síria, Iêmem e Barein.
Conflitos atuais
    A onda de protestos e revoltas já provocou a queda de quatro governantes na região. Enquanto os ditadores da Tunísia e do Egito deixaram o poder sem oferecer grande resistência, Muammar Kadafi, da Líbia, foi morto por uma rebelião interna com ação militar decisiva da Otan. No Iêmen, o presidente Saleh resistiu às manifestações por vários meses, até transferir o poder a um governo provisório. A Síria foi o único país que até agora (12/03/2012) não conseguiu derrubar o governo do ditador Bashar al-Assad.
    Tunísia e Egito realizaram eleições em 2011, vencidas por partidos islâmicos moderados. A Tunísia é apontada como o país com as melhores chances de adotar com sucesso um regime democrático. No Egito, os militares comandam o conturbado processo de transição, e a população pede a sua saída imediata do poder.
    Os Estados Unidos eram aliados de ditaduras árabes, buscando garantir interesses geopolíticos e econômicos na região, que abriga as maiores reservas de petróleo do planeta. A Primavera Árabe põe em cheque a política externa de Washington para a região. A Liga Árabe, liderada pela Arábia Saudita e pelo Catar, assume um papel de destaque na mediação das crises e dos conflitos provocados pela Primavera Árabe.


Poesia

Posted quarta-feira, 23 de outubro de 2013 by Unknown

Poesias - Parte III

 Poesia : Convite
 Autor : José Paulo Paes

Poesia
é brincar com palavras
como se brinca
com bola, papagaio, pião.

Só que
bola, papagaio,pião
de tanto brincar
se gastam.

As palavras não:
quanto mais se brinca
com elas
mais novas ficam.

Como a água do rio
que é água sempre nova.

Como cada dia
que é sempre um novo dia.

Vamos brincar de poesia?

Poesia

Posted by Unknown
 Poesia II

Livro: 3 asas no meu voo mundo afora
Autor: Jorge Miguel Marinho
Título:

Sem você
Longe de você
Tão distante de você
" só " é a palavra
mais comprida
que existe.

Poesia

Posted by Unknown
Atualmente, nós alunos da 8ª série, estamos trabalhando poesias. Fomos até a biblioteca escolar e selecionamos três poesias de diferentes autores para compartilhar com vocês. Irei postá-las

Poesia I 

Livro: Antologia Poética
Autor: Vinícius de Moraes
Título: Rosa de Hirioshima

Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas, oh, não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa, sem nada
 

Solidão

Posted terça-feira, 22 de outubro de 2013 by Unknown
Esta proposta de redação solicitava que os alunos escolhessem entre três imagens (contidas no Movimento do Aprender de Língua Portuguesa, na última página da unidade "Prosa ou poesia ?") e escrevessem uma crônica. Escolhi a imagem abaixo: uma menina olhando para a janela.


Não há nada nem ninguém ao meu redor. Está tudo tão escuro que sequer tenho a minha sombra como companhia ou será que o medo e o peso que sinto sobre meus ombros chamado solidão escureceu-me a visão? Andando de um lado para o outro por esse amplo espalho vazio chamo por diversos nomes de amigos que não tenho e de pessoas que não conheço só para invocar um alguém que, mesmo não existindo, viesse me fazer companhia. Mas por mais que eu chame, que grite, que clame, ninguém aparece, a única resposta aos meus chamados que me chega é o eco de minha própria voz.
            Caminhando sem rumo, andando em círculos, ouço o eco de meus passos pelos corredores e chego a pensar, iludindo-me, de que são passos de um alguém que se aproxima. Então paro e fico a escutar, e o som, eco, dos passos, também para. Volto a andar, só para ouvir novamente a ilusão do eco de passos dos que se aproximam.
            Em minha cabeça ouço apenas as vozes silenciosas daqueles pensamentos que se calaram e que se negam a falar comigo, por mais que eu clame por ouvir suas vozes, pois estas são as únicas que ouço, pois eles são os únicos fantasmas de minha imaginação que se prezam a falar comigo.


Aryane Ferreira 

Resumo do Livro : '' Uma Garrafa no Mar de Gaza ''

Posted by Unknown
O livro conta a história de Tal e Naim, dois jovens extremamente diferentes. Como a própria Tal fala em uma de seus correspondências, como é fácil imaginar a vida de um americano médio, mas completamente impossível imaginar alguém do outro lado da fronteira entre Palestina e Israel. E essa distância  é grande em muitas partes do mundo, em várias cidades diferentes, mesmo quando não estamos em estado de guerra.
Tal é uma menina sonhadora, filha de pais fantásticos que sempre acreditaram que era possível paz entre os povos. Depois de vivenciar uma bomba perto de casa, resolve fazer contato com o outra lado da fronteira, pois se recusa a admitir que todos os palestinos são iguais. E ela descobre pelo menos um diferente, Naim. Com seu senso de humor e sacarmo delicioso de ler. Logo na sua primeira resposta já estava apaixonada. Um menino que não teve os privilégios que a Tal teve, mas nunca deixou de sonhar. Que mostra para ela as diferenças. E na troca de cartas, cada um descreve como viu/onde estava quando certos fatos ocorreram, assinatura de tratado de paz com o auxílio do Bill Clinton e a morte do primeiro ministro israelense. A esperança de paz sendo construída para em seguida ser estilhaçada com um tiro. Como tudo mudou em um segundo. Como proceder depois disso? De quem é a culpa?
Quando estava lendo o livro, jurei que teria um final trágico. Afinal, já se passa na faixa de gaza, fala de amor entre uma israelense e um palestino. Nas primeiras páginas já cita Diário de Anne Frank, depois Bonequinha de Luxo e em um determinado momento eles se comparam a Romeu e Julieta. Mas a verdade é que esse é um livro de esperança, e talvez por isso, tenha um final quase romântico. 



Trabalho com o livro "Todos contra Dante" - Bullying.

Posted by Unknown
Após a leitura do livro "Todos contra Dante" de Luís Dill, nos foi dada a proposta de criar uma campanha abordando o tema do livro, que é o bullying e o cyberbullying. Fiquei bastante chocada com a situação em que o nosso mundo chegou, e a culpa é de todos aqueles que são responsáveis pela prática desse ato, o pior de tudo é saber que o livro é baseado em fatos reais, e que tudo o que é falado aconteceu de verdade. Não vou contar a história para vocês, porque é para vocês lerem, assim como eu, aposto que vão adorar, e ficar bastante chocados também. 
    Sendo assim, foi solicitado pela professora de Língua Portuguesa e de História, que estão avaliando o nosso trabalho, que fizéssemos uma charge, uma tirinha, um marcador de páginas ou panfleto e um vídeo de conscientização, no caso, a própria campanha, tudo referente ao assunto. E nesse post irei mostrar para vocês o resultado final do meu trabalho, junto com a Aryane Ferreira. Espero que gostem!

Charge: 


Não sei se dá para ver muito bem, mas nesses "fantasmas" estão escrito tipos de xingamentos, como "narigudo", "burro", "feio", "cabeçudo", "gordo, "fedido" e "quatro olhos". Nessa charge, nosso intuito era chamar a atenção para um problema muito comum, que também vêm se agravando cada vez mais: o cyberbullying. O cyberbullying, é a prática de bullying, só que através da internet, de redes sociais, e são praticados por pessoas que não tem a capacidade de se identificar e se escondem atrás de uma tela de um computador. Sendo assim, vemos que todos os xingamentos estão vindo de um computador, e em forma de fantasmas, pois estão atormentando o garoto.

Tirinha: 


Na tirinha, queremos dizer que muitas vezes xingamos os outros, ou nossos próprios colegas, seja em tom de brincadeira, ou alguns por maldade mesmo, isso vai de cada pessoa, mas poucos sabem que mesmo sendo brincadeira, a outra pessoa pode não gostar, então não faça com eles o que você não gostaria que fizessem com você, isso também é bullying!

Marca Páginas :


 Criamos como material de divulgação um marca páginas, nele colocamos o que é o Cyberbullying, e algumas maneiras dos pais ficarem atentos para saber se o problema acontece com seus filhos, como procurar saber o que fazem na internet e a quais sites visitam e ter um dialogo para saber como está a vida, dentro e fora da rede.

Campanha Publicitária :




Por último, esta é a nossa campanha publicitária. Nela é explicado um pouco sobre o que é bullying e nos faz refletir como se estivéssemos no lugar da pessoa, e alguém praticasse bullying conosco, lembrando também que nunca devemos desistir de pedir ajuda, e nem ficar quietos ou fechar os olhos para um problema como esse. Não deixe que ninguém te façam se sentir menor que os outros ou que não é bom o suficiente para fazer tal coisa. Ninguém é melhor que ninguém, não se esqueça disso nunca!

BULLYING, QUEM PRATICA, NÃO SENTE!

Crônicas

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 crônica : Coração de mãe 
 Cronista : Rubem Braga 

  Marina e Dorinha são irmãs e moram com sua mãe, dona de pensão no bairro do Catete, no Rio de Janeiro. Loiras, de olhos azuis, vivem cantando. Certa noite, as moças chegam já de madrugada e um pouco embriagadas . A mãe, dona Rosalina, briga com as filhas. No dia seguinte, ouve Marina ao telefone referindo-se a ela como a velha e as expulsa de casa. Na rua, o "cavalheirismo do bairro" se manifesta e as moças recebem várias propostas de ajuda dos homens bondosos. Porém, são interrompidos pela mãe, que manda as filhas de volta para casa. Conclusão do narrador: não há nada no mundo como o coração de mãe.



Crônica : História Estranha
Cronista : Luis Fernando Verissimo

Um homem vem caminhando por um parque quando de repente se vê com sete anos de idade. Está com quarenta, quarenta e poucos. De repente dá com ele mesmo chutando uma bola perto de um banco onde está a sua babá fazendo tricô. Não tem a menor dúvida de que é ele mesmo. Reconhece a sua própria cara, reconhece o banco e a babá. Tem uma vaga lembrança daquela cena. Um dia ele estava jogando bola no parque quando de repente aproximou-se um homem e... O homem aproxima-se dele mesmo. Ajoelha-se, põe as mãos nos seus ombros e olha nos seus olhos. Seus olhos se enchem de lágrimas. Sente uma coisa no peito. Que coisa é a vida. Que coisa pior ainda é o tempo. Como eu era inocente. Como meus olhos eram limpos. O homem tenta dizer alguma coisa, mas não encontra o que dizer. Apenas abraça a si mesmo, longamente. Depois sai caminhando, chorando, sem olhar para trás.O garoto fica olhando para a sua figura que se afasta. Também se reconheceu. E fica pensando, aborrecido: quando eu tiver quarenta, quarenta e poucos anos, como eu vou ser sentimental!guarda roupa planejado


Crônica :Peça Infantil
Cronista : Joaquim Maria Machado de Assis 

            Uma professora tenta organizar um peça infantil, porém uma sequência de problemas acontecem, as fadinhas querem ir ao banheiro, o pirata quer usar toalha na capa, a Lua quebra uma de suas pontas... Após uma alvoroçada discussão, a cortina se abre para a apresentação a peça.            Nesta crônica pude perceber o desconforto ao trabalhar em grupo, e quanto faz falta um líder eficiente, quando se prepara uma apresentação, como era o caso, estamos sujeitos a uma série de erros, se não houver alguém que mantenha a situação sob controle, tudo pode ultrapassar os limites, como na peça infantil.


Cronistas

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A professora Ilvanita solicitou a pesquisa da biografia de alguns cronistas brasileiros. Dentre eles , aqui se encontram alguns mais conhecidos pelo Brasil.

 Rubem Braga 

Rubem Braga nasceu em Cachoeiro do Itapemirim, Espírito Santo, no dia 12 de janeiro de 1913. Foi cronista e jornalista brasileiro. Tornou-se famoso como cronista de jornais e revistas de grande circulação no país. Em 1929, escreve suas primeiras crônicas para o jornal Correio do Sul. Ingressa na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro. Transfere-se para Belo Horizonte, onde conclui o curso, em 1932.Rubem Braga faleceu, no Rio de Janeiro, no dia 19 de dezembro de 1990.



Luis Fernando Veríssimo

Luís Fernando Veríssimo  nasceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, no dia 26 de setembro de 1936. Filho do escritor Érico Veríssimo e de Mafalda Halfen Volpe. Famoso por suas crônicas e contos de humor. É também jornalista, tradutor, roteirista de programas para televisão e músico. Em 1963 casou-se com a carioca Lúcia Helena Massa , com quem teve três filhos. Entre 1970 e 1975 trabalhou no jornal Folha da Manhã, escrevendo sobre esporte, música, cinema, literatura e política.



Joaquim Maria Machado de Assis

   Machado de Assis é um escritor brasileiro e considerado um dos maiores nomes da literatura nacional. 
Nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de julho de 1839 e faleceu em 29 de setembro de 1908. 
   Ele foi um escritor completo, escreveu quase todos os gêneros literários, sendo um romancista, cronista, contista, poeta, dramaturgo, crítico e entre outros. Além disso, é considerado também, um dos maiores gênios da literatura histórica, junto de William Shakespeare, Luíz Vaz de Camões e Dante Olighieri. 

Literatura em vídeo - Cem anos de perdão.

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Foi solicitado pela professora Ilvanita, que os alunos escolhessem um conto e fizessem um vídeo contando sua história. O trabalho foi feito em trio, e o meu escolheu o conto "Cem anos de perdão" de Clarice Lispector. Escolhemos esse conto porque acreditamos que seria de fácil entendimento, além de ser bastante legal. O que tentamos fazer foi reproduzir o conto da melhor maneira possível, e colocamos legendas pois mesmo sendo fácil, teria algumas pessoas que não entenderia o contexto, pelo fato de não conter fala das personagens.   Basicamente, o conto relata a história de duas amigas que moram em Recife e passeiam pelas ruas dos ricos, brincavam de decidir qual seria a sua casa. E então a menina avistou uma rosa, e queria tê-la de qualquer jeito, formou um plano com sua amiga, e a roubou sem que ninguém as visse. Chegando em casa, colocou a rosa em um copo, e tinha o prazer de falar que a rosa era só dela. Passaram a roubar rosas e pitangas e repetiam o mesmo processo sempre, costumavam dizer que "Ladrão de rosas e pitangas, tem cem anos de perdão".